A verdade é que se pode tirar uma licenciatura de Filosofia sem nunca ter lido a obra de um filósofo. Não me recordo se foi o meu caso. Lembro-me de ter estudado sebentas, de ter lido extractos de obras filosóficas, de ter estudado autores em Histórias da Filosofia e Enciclopédias. Do que verdadeiramente me não recordo é de ter lido de fio a pavio uma obra de filósofo. Hoje sei que nada substitui a leitura de uma obra. E sei que não basta ler uma vez. Perdi a conta às vezes que li «O Discurso do Método» de Descartes. E de cada vez que o ler hei-de sempre descobrir uma ideia nova.
Ao ler o Prefácio da Fenomenologia do Espírito, motivei-me para a leitura da obra. Será uma leitura para os meus 56 anos.
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