A seguir encontram-se algumas das melhores respostas dadas pelos alunos
I
a)Antropologia b)Cosmologia c)Teologia d)Moral e)Ontologia
a) O operário desconhecia o facto de que tudo o que ele tinha, todas as casas, mesas, cadeiras, facas, tudo era dele pois tinha sido feito por ele. Estes versos remetem-nos para a distinção entre o fazer e o agir. O operário fazia as coisas, mesas, cadeiras, casas, e esta é a parte do fazer, uma parte de materialização que nos mantém como corpos, como animais que somos; mas ele descobriu que as coisas fazem o operário e esta é a parte do agir, algo que nos é interior, que nos muda ao nível moral, estético que foi o que aconteceu com o operário que a partir daqui deixou de dizer sempre sim e passou a dizer não. Cátia Vieira
b) Uma determinada acção após efectuada gera sempre um acontecimento ou consequência.
III
Para podermos responder a esta questão, temos que compreender o que é a liberdade. A liberdade é o estado de quem faz o que quer. Podem então afirmar “Eu sou completamente livre, pois faço o que quero”. Esta afirmação esta incorrecta pois, como tudo no ser humano, a liberdade não é absoluta. Encontramo-nos condicionados pela sociedade, pela nossa cultura e pelas nossas condicionantes biológicas.
Se nunca seremos verdadeiramente livres, será que vale a pena lutar pela liberdade?
Sim, pois a possibilidade de fazermos o que queremos, sobrepondo o querer ao apetecer é a principal distinção entre nós e os animais.
Podemos então afirmar, visto que a liberdade é adquirida e não inata, que se não lutarmos por ela, seremos como os animais, guiados apenas por instintos.
Esta é também a principal distinção entre o filósofo e o homem prático. O filósofo faz o que quer, e, na maior parte dos casos, o homem prático faz o que lhe apetece.
No entanto, também podemos afirmar que estamos de tal modo condicionados pela sociedade, que deixamos de lutar pela liberdade. E perguntam vocês “Porquê?”.
Porque ser livre dá trabalho, e as pessoas preferem sentarem-se em frente à televisão e ver programas sem cultura nenhuma, a trabalhar para o seu futuro. Desperdiçam assim este maravilhoso dom que nos é próprio, a possibilidade de ver os nossos actos para além do presente e de ganharmos a nossa liberdade. Mas então como é que nos tornamos livres?
Pensando por nós mesmos e abrindo novos caminhos, e não fazer acções somente porque toda a gente as está a fazer. Deste modo aprenderemos a fazer o que queremos e ganharemos a nossa liberdade.
Susana Rocha
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