Nós somos aquilo que fazemos e escolhemos. Essa é a mensagem que o texto nos transmite. Mas como é que sabemos o que fazer? O que escolher? As inúmeras possibilidades que temos não vêm com rótulos a dizer “má escolha” ou “boa escolha”, e mesmo que viessem isso seria relativo, pois, na minha opinião, não existem coisas boas e coisas más, apenas possibilidades e objectos. O que o homem faz a partir disso é que determina se o resultado será bom ou mau. Talvez o que nos guia neste mar de possibilidades seja a nossa consciência e os nossos valores. Mas para podermos chegar a uma conclusão temos de pensar “A consciência é igual para todos?”. Sabemos que os valores morais são adquiridos e desenvolvidos, mas, e quanto á consciência? Será esta inata ou adquirida? Podemos dizer que todos nascemos com uma consciência mas que o que ela nos dita é diferente para toda a gente, pois esta está relacionada com os nossos valores.
Observamos então que estes estão interligados, tal como tudo na vida. Daí o podermos afirmar que somos o que fazemos e escolhemos, pois as nossas escolhas estão interligadas com a nossa vida, afectando-a. Se é para o bem ou para o mal, depende de cada um.
Susana Rocha
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