Quinta-feira, 21 de Fevereiro de 2008

Formigas, aranhas e abelhas

Francis Bacon criticou os que ao dedicarem-se à ciência procederam  como formigas ou como aranhas propondo que procedessemos como as abelhas. Porquê?
publicado por julmar às 09:23
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6 comentários:
De julmar a 21 de Fevereiro de 2008 às 09:36
Mesmo aqueles que afirmam que só a razão pode explicar, acabam por recorrer sempre à metáfora.


De Susana Rocha a 25 de Fevereiro de 2008 às 23:00
Francis Bacon criticou os que ao dedicarem-se à ciência procederam como aranhas(racionalistas) ou como formigas(empiristas), pois, segundo este, "os racionalistas,seguindo o exemplo da aranha, tecem quadros a partir da sua imaginação", ou seja, o seu conhecimento não tem qualquer fundamento real. Já en relação aos empiristas afirma "os empiristas, seguindo o exemplo da formiga, amontoam os factos e apenas usam a experiência adquirida", nomeadamente, obtêm o conhecimento através da experiência, mas não o trabalham, ficando-se apenas pela própria experiência.
Para Bacon devíamos seguir o modelo da abelha para obter conhecimento científico, pois a abelha "colhe o suco do seu mel nas flores dos campos...mas sabe, ao mesmo tempo, prepará-lo e digerí-lo com uma habilidade admirável", ou seja, deveríamos colher o conhecimento da experiência e trabalhá-lo com a razão de modo a podermos chegar à verdade.


De Sílvia Andrade a 27 de Fevereiro de 2008 às 18:29
Segundo Francis Bacon devemos agir como abelhas, pois estas são empiricoracionalistas. Isso verifica-se atravéz, do processo de recolha de polén. As abelhas recolhem o polén (experiência\ empirismo) e depois fazem o mel (ideia inata- nasce com elas\racionalismo).
Quanto às formigas, podemos associá-las ao empirismo. Pois, estas recolhem o seu alimento (experiência), para comerem (encher o balde).
As aranhas são um exemplo de racionalismo. Tecem a sua teia, esta arte nasce com elas, ou seja, é uma ideia inata.
Conclusão, deviamos ser todos abelhinhas!
Sílvia Andrade


De Sílvia Ramos a 27 de Fevereiro de 2008 às 21:47

Francis bacon diz que não devemos agir de acordo com os seguintes exemplos de animais: as aranhas e as formigas.
Podemos dizer que as aranhas são um exemplo do racionalismo. Elas tecem as suas teias pois esta ideia já nasceu com elas, é uma ideia inata logo não tem qualquer fundamento. Este conhecimento provém apenas delas.
Por outro lado as formigas são associadas, por Francis Bacon, ao empirismo pois recolhem o seu alimento (os factos) para depois, então, se alimentarem (através de experiência que vão adquirindo).
Assim Francis bacon conclui que devemos agir como as abelhas. Elas vão procurando o pólen (adquirindo experiência) mas ao mesmo tempo vão também trabalhando neste pólen produzindo o mel (a experiência é trabalhada com a razão). Este será então o melhor processo para chegarmos à verdade.
Sílvia Ramos


De daniela a 3 de Março de 2008 às 19:34
Bacon diz que não devemos ser como as aranhas, comparadas com os racionalistas, nem como as formigas, comparadas com os empiristas, mas que devemos ser como as abelhas. As aranhas tecem as suas teias porque é algo que nasce com elas, é um instinto, sem qualquer fundamento, seu conhecimento não é real. Já as formigas procura e guardam o seu alimento de verão para mais tarde terem. O conhecimento destas é obtido através da experiência, mas não o constroem. Devemos então agir como as abelhas, pois estas procuram o pólen, adquirindo experiência (conhecimento) e ao mesmo tempo vão trabalhando-o, ao produzir o mel (trabalhar o conhecimento com a razão), sendo este o melhor meio para se chegar à verdade.


De filipa a 13 de Março de 2008 às 21:03
Segundo Francis Bacon não devemos agir como as formigas nem como as aranhas. Se associarmos estes animais a correntes filosóficas podemos associar as formigas ao empirismo, pois trabalham para armazenar comida para o inverno, o mesmo acontece com o conhecimento empirista começamos do zero e adquirimos o saber ao longo da vida. Relativamente às aranhas podemos associá-las ao racionalismo, pois estas nascem a saber como fazer teias, esse saber é-lhes inato. Assim, também os racionalistas defendem que nascemos com ideias inatas. Segundo Francis Bacon devemos agir como as abelhas, que podem ser consideradas empiricoracionalistas, ou seja elas têm ideias inatas, pois sabem fazer mel desde que existem, mas é através da experiência que aprendem que é na flor que está o pólen e que é com esse pólen que elas podem fazer o mel.


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